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Abr 12
publicado por Sofá Rouge, às 12:01link do post | comentar
Sabes a tinta da China e carvão preto
quando rascunhas na minha pele
em traços desconexos de prazer
ou em breves rabiscos largos de emoção
as cores vivas da tua feição
e as páginas abertas do teu peito
no meu quadro branco ainda cru
na espera que o pintes mais perfeito.

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Que belo quadro aqui foi pintado... as palavras são como pinceladas certeiras numa tela branca... belíssima mensagem de amor... Que belo Da Vinci de palavras aqui temos.
Anónimo a 23 de Abril de 2012 às 12:23

Gosto do seu traço, da maneira como escreve, como descreve, não descrevendo... aqui tudo é, não o sendo... Gosto da magia que pigmenta a sua escrita, as palavras, passam para além das palavras, ultrapassam-se a si próprias... ganham forma, corpo... aqui há uma profundidade natural, aliás a sua escrita é toda ela natural, nua, crua, ou talvez não, se o que dizia Fernando Pessoa for verdade... que o poeta é um fingidor... :) Acho brilhante a forma como escreve, pinta, grita, o amor
Anónimo a 23 de Abril de 2012 às 12:32

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