31
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 23:49link do post | comentar | ver comentários (3)
Dementes sementes ardentes reluzentes 
ordenhadas em leite gordo sem vapor
de mentes em mentes mentoladas
brotam ideias feitas em natas secas
e em flores de iogurte azedas já sem cor.
E as fugazes crinas despenteiam-se quando passas
que os loucos quedam hirtos às janelas.

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publicado por Sofá Rouge, às 23:41link do post | comentar | ver comentários (4)
Esquizotrifásico de três lados
com três personagens
e três fases, sou.
Nesta, vou dormir.
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publicado por Sofá Rouge, às 23:23link do post | comentar | ver comentários (1)


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publicado por Sofá Rouge, às 17:14link do post | comentar | ver comentários (1)
Saltam-te as vísceras pelos olhos
em remelas ardentes, viscerais
de um podre cheiro que não se esvai
em cânticos e trovas decadentes
ao vomitarem-se junto ao chão.
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publicado por Sofá Rouge, às 17:10link do post | comentar | ver comentários (6)
Chega-te galopante à noite vazia
Evapora-te obscena em aguardentes de mel
Vai, segue-te em punhos cerrados e olhos tesos
ergue-te em batalhas pelas vielas sem sombra
espanta-te e faz-te mulher de voz erguida
de peito feito em caixa de ar
de fraco punho d'aço feito
de leve e esguia num torpedo
em forças que te brotam das entranhas
em vontades e desejos submersos
que te impelem mais e mais sempre adiante
ou deixa-te fraca nesse canto
e não chores senão para dentro.
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29
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 23:30link do post | comentar | ver comentários (2)
Liquidifico-te o desejo em sais de fruta
em rosas e pétalas descascadas
de aromas estridentes e bailarinos
ou em véus descalços de tormentos
para que nos torne tudo num momento
ou em breve eterno beijo salpicado
de melodias suaves e vinho em nossas mãos.

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publicado por Sofá Rouge, às 23:12link do post | comentar
Tontos os pardais e os dentes de sabre que esvoaçam
aos sabores desvairados da ventania
das brisas e rodopios na pradaria
e nos beijos e abraços que perduram.
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publicado por Sofá Rouge, às 22:57link do post | comentar | ver comentários (1)
Escrevinho-te em pedacinhos de papel rasgados e amarelecidos pelo tempo
o quanto me és em ti, em nós, de nós
a tinta da China e pena de cauda
em traços largos, mas perfeitos e soltos
tal como o leito que nos acolhe e descobre, abraça e desperta
no tempo perdido do nosso beijo.
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publicado por Sofá Rouge, às 17:33link do post | comentar | ver comentários (2)
Mentolados beijos e arrepios de pêlos em braços eriçados ao frio e gelo da língua que penetra em vagas suaves ao encontro do seu par ou em montes descarnados que abrindo se sentem com suaves investidas ou circulares andantes em horários clitorianos.
E há arrepios de frio.
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publicado por Sofá Rouge, às 17:03link do post | comentar | ver comentários (3)
- Achas que ainda queremos muito?
- Eu queremos muito!
- Tu e mais quem?
- E tu! Espero eu... Também queremos muito, tu?
- Também queremos eu, sim!
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publicado por Sofá Rouge, às 14:03link do post | comentar | ver comentários (3)


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28
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 23:00link do post | comentar | ver comentários (2)


publicado por Sofá Rouge, às 22:58link do post | comentar | ver comentários (1)


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publicado por Sofá Rouge, às 02:05link do post | comentar | ver comentários (2)
E se os negros mais negros caminhos se desfocam em rituais de cor riscados em sobressaltos de imagens soltas picotadas em retratos?
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publicado por Sofá Rouge, às 01:13link do post | comentar | ver comentários (6)


27
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 22:38link do post | comentar | ver comentários (1)


publicado por Sofá Rouge, às 22:37link do post | comentar | ver comentários (1)


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25
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 17:59link do post | comentar | ver comentários (2)
Vens?
Vens?!?
Anda!
Porque não chegas mais?
Não vens?
Então porque demoras?
Se te atrasas não chegas a tempo!
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publicado por Sofá Rouge, às 17:48link do post | comentar | ver comentários (1)
Gosto do cheiro do teu cabelo escuro que se confunde com o breu da noite nas noites escuras e frias do Outono quando nos enroscamos em mantas e cobertores a espreitar a chuva que voa lá fora enquanto a vida se esconde os transeuntes adormecem e se substituem pelas criaturas da noite.
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publicado por Sofá Rouge, às 17:39link do post | comentar | ver comentários (7)
E, sabes, estou feliz! Sinto-me cheio, preenchido. Sou um cabaz de alegria. Trago vinho à temperatura ambiente, queijo daquele que gosto de acompanhar com tostas aos quadrados, compota doce de noz e um chocolate para adoçar a boca. Bebem-se os tintos em copos altos, abraçados pelos dedos, na base. A cor transpira aromas de cascas velhas e frutos. Deixam passar a luz, rosada, que se encosta no fundo da mesa, mesmo ao lado da minha mão lá repousada.
E saboreia-se ao som de música... de olhos fechados. Embalando a cabeça.
Pela janela já não espreitam os raios de luz, mas o bailar da Lua cheia ecoa nas janelas.
Magníficas noites ao luar.
De copo de vinho na mão.
Eu e tu...
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publicado por Sofá Rouge, às 16:09link do post | comentar | ver comentários (3)


publicado por Sofá Rouge, às 14:34link do post | comentar | ver comentários (5)


publicado por Sofá Rouge, às 09:48link do post | comentar | ver comentários (13)


publicado por Sofá Rouge, às 01:38link do post | comentar | ver comentários (3)
Percebo-te, quando me dizes que sim.
Entendo-te, quando me dizes: não!
Julgo-te, quando te julgas assim.
Renego-te, quando não cabes em mim.
E nesse momento, já não és minha consciência.
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publicado por Sofá Rouge, às 00:43link do post | comentar | ver comentários (1)


24
Ago 11
publicado por Sofá Rouge, às 16:16link do post | comentar | ver comentários (1)
Eu acho que a vida devia ser, maioritariamente, a preto e branco para podermos usufruir dos dias coloridos quando aparecem.
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publicado por Sofá Rouge, às 16:09link do post | comentar | ver comentários (2)
Mas será que alguém se rebola mesmo, no chão, a rir?
E depois ainda continuam a rir, ou passa logo?
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publicado por Sofá Rouge, às 15:14link do post | comentar
Veija-me ou Beija-me.
Tanto faz.
Pode ser de Norte a Sul.
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