03
Jan 12
publicado por Sofá Rouge, às 12:22link do post | comentar
Que o peito meu se rasgue em costelas rotas em sangue
em desventrados enfeites rotos de pontos manchados
ou em feridas que não fechem caminhos de nojo
e permita descansar em golfadas compassadas de cor.
Rasguem-se horizontes ensanguentados pela aurora.
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publicado por Sofá Rouge, às 10:57link do post | comentar
Desfaz-me o grito em cruas certezas
ou rasga-me a voz em tiras soltas
E esventra-me a alma com finas agulhas
em pontadas cirúrgicas de verdades etílicas
Mas não me aqueças em mansas falas
regadas, banhadas de logro e falsidade.
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publicado por Sofá Rouge, às 10:44link do post | comentar
Dói-me a alma em sufoco
de espinhos moles em caules secos
dos ramos velhos descobertos
em magotes de esperança e novas vidas
de novos dias renascidos
ou nados-vivos semi-mortos.
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Janeiro 2012
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