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Out 12
publicado por Sofá Rouge, às 16:13link do post | comentar

- Ontem o café, depois do jantar, fez milagres.

- Porquê, foste à casa de banho, foi?

- Não! Consegui aturar-te mais umas horas.


publicado por Sofá Rouge, às 16:09link do post | comentar | ver comentários (2)

- Dizem que só tenho porcaria na cabeça. Eu contraponho com bufas como esta.

- Flatulência cerebral... sofres disso.


publicado por Sofá Rouge, às 13:24link do post | comentar | ver comentários (2)

Por vezes, procuro-te. Outras, não. Sei que não estás.

Mesmo assim, procuro-te. Outras vezes, não...

Sei-te memórias, episódios, recordações. Não te sei de todo. Não.

Procuro-te, sabendo que não és. E não te encontro, porque, simplesmente, não és.

Ou és?

Não...

Procuro-te mesmo sem te procurar. E não te encontro, mesmo quando te procuro, procurando.

Nunca estás.

Talvez não sejas.

Ou és?

Talvez...

Não procuro, porque te procuro sempre. Portanto, não te posso procurar mais.

Não mais do que já o faço.

Como pode?

Não pode.

Não se procura mais, o que já se procura. E eu procuro.

Ou nao?

 


publicado por Sofá Rouge, às 13:17link do post | comentar | ver comentários (1)

Quando voltámos para o nosso quarto, deitámo-nos na cama desfeita. Havíamos brincado e rebolado a noite toda. Peguei-lhe no braço, nu, e tapei-o com o lençol, não fosse ter frio daí a pouco. Preparávamo-nos para mais brincadeira e gargalhadas tarde fora. Depois logo se comia ou bebia leite. Nus.

 


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