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Out 12
publicado por Sofá Rouge, às 14:58link do post | comentar | ver comentários (1)

É sempre uma brisa de mar

que beija o rosto, ali

de pés molhados em espuma

da onda que a medo dança.

 

É sempre um beijo no ar

que fica mais e mais a voar

num grão de areia de espuma

na crista da onda que dança.

 

É sempre amor o amor

que beija no ar e no mar

o beijo que soube sempre dar

ao beijo que soube ficar.


publicado por Sofá Rouge, às 13:26link do post | comentar | ver comentários (1)

Pende-te o peito desalinhado

límpido, triste, desanimado

ao toque que espera de breve sopro

da mão que corre ao seu perfeito

recorte assimétrico que não comprime

e solta suspiros de olhos cerrados

enquanto aguarda a mão que tarda

no tempo que não passa nem remata.


publicado por Sofá Rouge, às 13:19link do post | comentar | ver comentários (1)

Fazes de mim o teu expoente?

Limitador de véus erguidos

em mastros de navegantes naus

que beijam oceanos crus

e nus.

Despem-se roupas

pelos beirais vividos

de cantos escolhidos

e que mais?

Nada.


publicado por Sofá Rouge, às 12:56link do post | comentar | ver comentários (1)

Essa prega em teu regaço

que da coxa se faz retalho

foi já minha toca, profunda

e encanto de pregas mais.

 


publicado por Sofá Rouge, às 12:52link do post | comentar

Eramos o próprio ar.


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