30
Abr 13
publicado por Sofá Rouge, às 09:48link do post | comentar

No princípio, são os números e as incongruências de ti. Vieram em magotes de cor e saltitantes papoilas de cor escura. Eram verbo. Eram ímpeto. Fizeram de nós o seu fim, depois de nada.
No fim de mim estás tu. E eu... Seremos nós uma vez mais, em unidos beijos dados ao firmamento. Vêem-se estrelas cadentes a bailar ao som do ribeiro. No fim de mim, és tu e um abraço teu.


15
Abr 13
publicado por Sofá Rouge, às 17:41link do post | comentar

...e fugiu, fugiu, fugiu até não se ver mais horizonte. Nada mais pairava naquele prumo de vento soprado: não havia aragem, nem aroma de areia queimada, nem sabor de terra seca. Nada. Foi aí, no deserto de si, que percebeu que fugira para lá de bem longe.


09
Abr 13
publicado por Sofá Rouge, às 22:00link do post | comentar

Eu sou o Sol sou a Lua
Sou um corpo que flutua
Sou um espelho
Sou centeio
Um jeito do passo de pele nua.
Eu sou o manto sou pranto
Sou afago que perdura
Esqueço e desfaço no canto
Sou um travo de amargura.
Eu sou o Sol sou a Lua.
Sou eu eternamente tua.


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