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Out 12
publicado por Sofá Rouge, às 17:30link do post | comentar

Não é no meu peito que morro

ou morres.

Não é no teu peito que amas

ou amamos.

Não é aqui nem ali

ou por vários intervalos.

Não és tu quem procuras

nem encontras.

Não sou eu quem te busco

ou te assombro.

Já não há amor maior

quando maior que o que há

não existe.

É!

Não há dois, nem buscas, nem espaços...

Não há peitos, nem jeitos, nem mortes.

Não há nada, nem tempo.

Porque tudo o que há

somos nós,

com tudo o que não há.


Maravilhoso!!!
Anónimo a 24 de Outubro de 2012 às 10:49

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